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11 março, 2014

O Chefe #2

Enviou-me, como sempre, uma sms para o telemóvel: "vem aqui e tranca a porta". Não preciso de mais para saber o que me espera.

Entrei, tranquei a porta, soltei o cabelo. Aproximei-me dele e vi que estava num site porno. "Chupa-me", ordenou. Ajoelhei-me e tirei-lhe o caralho para fora das calças. Ele não tirou os olhos do ecrã nem os fones dos ouvidos.



Passei a cabeça grossa do caralho nos meus lábios e enfiei-o na boca, até onde consegui. Brinquei com aquele pau grosso até ficar totalmente duro. Tentei chamar-lhe a atenção, tentei que ele olhasse para mim, mas o filho da puta não tirou os olhos do computador. Só depois de se vir, na minha boca, é que me olhou nos olhos e me puxou para cima da secretária.


Sem dizer, puxou-me a saia para cima, desviou as cuequinhas e eu senti a língua quente passar-me pela cona. Gemi. Depois de o chupar, tudo o que eu precisava era daquilo: uma língua quente e sedenta de mim. Chupou-me até sentir o meu orgasmo.

06 março, 2014

O Chefe #1


Como sempre, a hora de almoço foi nossa. Chamou-me. Disse que hoje só me despiria, que o trabalho seria todo meu. Assim fez. Puxou-me para ele com rispidez e beijou-me. Beijos quentes como só ele sabe dar. Desceu até ao meu pescoço enquanto umas das suas mãos passeava pelo meu rabo e subia a saia até à cintura.

Só parámos de nos beijar quando ele, finalmente, conseguiu tirar a roupa do caminho e caiu de boca nas minhas mamas. Chupou-as, por mais que queria, não lhes consegue resistir. Sentir aquela língua quente nos meus mamilos tesos deixa-me cheia de tesão e ele sabe disso. A forma como olha nos meus olhos enquanto se delicia com as minhas mamas deixa-me louca.

Gemi. Ele percebeu que eu estava louca para tê-lo dentro de mim e afastou-se. Sentou-se no cadeirão e eu ajoelhei-me, obediente. Massajei aquele caralho grosso, já meio teso, por cima das calças enquanto o olhava nos olhos. Ele pediu para chupá-lo. Tirei-o para fora das calças e passei a língua desde as bolas até à ponta e depois abocanhei o mais que consigo. O caralho do meu Chefe é grosso, não me cabe mão fechada e enche-me a boca toda.


Chupei-o, brinquei com aquele pau grosso e duro até ele me puxar pelo cabelo. Sentei-me em cima dele e senti-o entrar, devagar, na minha cona. Por mais que ele me foda, custa sempre a entrar. Primeiro a cabeça, devagar, muito devagar. Depois o resto até às bolas. Obrigou-me a estar sentada com ele lá dentro uns segundos, enquanto me batia nas mamas e depois as chupava. Chamou-me vaca, puta.

Só me deixou cavalgar nele quando lhe pedi que me fodesse com força. Subi e desci naquele caralho duro vezes suficientes até ter um orgasmo. Ele sentiu e tirou-me de cima dele, deitou-me na secretária e caiu de boca na minha cona. Chupo, sorveu o meu orgasmo até não haver mais.
Puxou-me para o chão e bateu uma punheta até se vir na minha cara.

Não me deixou ir embora sem que antes eu lhe limpasse o caralho com a boca.