Enviou-me, como sempre, uma sms para o telemóvel: "vem aqui e tranca a porta". Não preciso de mais para saber o que me espera.
Entrei, tranquei a porta, soltei o cabelo. Aproximei-me dele e vi que estava num site porno. "Chupa-me", ordenou. Ajoelhei-me e tirei-lhe o caralho para fora das calças. Ele não tirou os olhos do ecrã nem os fones dos ouvidos.
Passei a cabeça grossa do caralho nos meus lábios e enfiei-o na boca, até onde consegui. Brinquei com aquele pau grosso até ficar totalmente duro. Tentei chamar-lhe a atenção, tentei que ele olhasse para mim, mas o filho da puta não tirou os olhos do computador. Só depois de se vir, na minha boca, é que me olhou nos olhos e me puxou para cima da secretária.
Sem dizer, puxou-me a saia para cima, desviou as cuequinhas e eu senti a língua quente passar-me pela cona. Gemi. Depois de o chupar, tudo o que eu precisava era daquilo: uma língua quente e sedenta de mim. Chupou-me até sentir o meu orgasmo.




