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14 março, 2014

Na palma das mãos



Porque elas também me desejam por vezes. E eu a elas. Desejamos-nos mutuamente. Por mais que conheçam todos os milímetros da minha pele e do meu corpo, elas ganham vida própria e conseguem sempre surpreender-me. Conseguem sempre dar-me aquilo que eu quero. Prazer, tesão, orgasmos. Senti-las em mim passear pelo corpo, perderem-se entre as minhas pernas.

Porque elas adivinham sempre qual o melhor dedo para entrar em mim. Às vezes dois, ou três, depende da minha vontade, depende do que o meu corpo lhes pede. E elas saciam-me, sentem-me por dentro e eu sinto-as a elas. 

12 março, 2014

Venda-me...



Deixa-me completamente às escuras e faz de mim o que quiseres. Faz-me sentir prazer, dor, tesão, desejo. Faz-me implorar por ti, pelo teu caralho, pela tua foda. Despe-me à força, perde-te nas minhas mamas, chupa-as, lambe-as, aperta-as. Deixa-me quente, a implorar que me fodas, que enfies o teu caralho em mim, bem fundo. Finge que me penetras, roça-te em mim, sente-me molhada. Fode-me a boca, a cona, o cu. Penetra-me com o teu caralho, com um vibrador, com o que tu quiseres, mas fode-me.

/agendado

11 março, 2014

10 março, 2014

E há lá coisa melhor


Que acordar com a tua mão entre as minhas pernas. Sentir-me humedecer na tua mão. 

06 março, 2014

A que horas chegas?


A única certeza que tenho é que hoje vais querer o meu cu. Vais querer fode-lo até te cansares. O melhor é que nunca te cansas.

Não paro de pensar em como será a nossa foda hoje. Se vais chegar já a pedir que to ponha teso, que te chupe o caralho até ele ficar mais duro que o aço. Ou se vais pedir um vinho e uma música calma, beijar-me o pescoço, despir-me lentamente. Chupares-me as mamas enquanto eu fico definitivamente molhada. Depois desces pelo meu corpo, com a boca a saber a vinho, até encontrares a minha cona a pedir pela tua língua. Sim, porque eu já sei que quando vens com fome de cu, a única coisa que toca na minha cona é a tua língua. Porque és egoísta, a tua sorte é que eu gosto do teu egoísmo, dá-me tesão, deixa-me ainda mais molhada e sedenta de ti.


Sei que esta noite só vais querer foder-me o cu, mas vais acabar por ceder e vais-me comer a cona com a língua. Não vais resistir a sentir o meu sabor e só vais desistir quando gozar na tua boca.

E depois? Vais-me atirar para a cama, para o chão ou para o sofá? Vais aproveitar o meu orgasmo para lubrificar o meu cu ou vais fazê-lo com a boca? Seja como for não vais querer esperar muito para me comeres. Vais chamar-me cadela e dizer que me vais comer como uma. Vais enfiar devagar para que eu possa sentir cada milímetro do teu caralho a entrar em mim ou vais penetrar-me com força e rapidez para eu sentir a dor provocada pelo teu pau a entrar no meu buraquinho?


E vai ser só uma foda ou depois de te vieres vais querer mais? Vais querer outras vez o cu ou vais saciar a fome da minha cona? Vais atirar-me contra a parede até ficar com as mamas espalmadas contra o frio da parede, com os mamilos duros a roçarem na tinta gelada? Vais dar-me o prazer de ter a tua língua a entrar no meu buraquinho? Vais enfiar chamar-me puta, vadia, dizer o quanto gosta de me comer, de me foder, de me ouvir gemer e gritar com o prazer que me dás?


E vais querer gozar na minha boca? No meu cu? Nas mamas? Despacha-te, não aguento mais esperar! Quero sentir-te em mim.

/agendado

04 março, 2014

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Eu, que tenho duas pilas ao meus dispor, agora quero uma delas e não tenho nenhuma.

Tenho vontade de sentir uma delas, pode ser qualquer uma, dentro de mim. Quero senti-la foder-me com vigor, com força, com vontade. Quero gemer e pedir mais. Quero senti-la bem fundo. Mas antes quero sentir uma língua percorrer-ma toda, deixá-la bem molhada, sugá-la, chupá-la. Quero gozar na boca de alguém e só depois dar-lhe o prazer de me foder. Podia foder-me da forma que quisesse, era só pedir, eu deixava. Até me sentir exausta, sem aguentar mais, sem me suster nas pernas, com os joelhos vermelhos, as costas arranhadas e a nádegas doridas.

Com o frio que está, um bom banho quente é o que apetece!